Setor de riscos de engenharia prevê crescer 50% este ano
O ramo de riscos de engenharia engloba duas modalidades: uma é o seguro de construção civil e a outra é o seguro de instalação e montagem, voltado à indústria, que também está impulsionando o ramo. Prova disso são os resultados da Allianz Seguros, uma das líderes no segmento. Pretendemos crescer entre 20% e 30% no setor este ano, afirma o superintendente de riscos de engenharia da Allianz Seguros, José Carlos Sanches. Só no primeiro semestre deste ano, a seguradora cresceu 131%. Parte desta fatia é puxada pela expansão do seguro de energia, uma subdivisão da carteira de riscos de engenharia, da qual a seguradora detém 57 apólices vigentes com barragens, hidroelétricas e Pequenas Centrais Hidroelétricas (PCHs). Além disso, a seguradora oferece até 100% de resseguro na maioria dos casos. Como os riscos são bastante complexos, garantimos o resseguro pela nossa matriz alemã, diz Sanches. Para ele, no caso de riscos de engenharia para usinas de energia, o seguro começa quando o material é posto no canteiro de obras e termina quando a turbina da indústria começa a gerar energia. Definimos os riscos e os prêmios de acordo com a localização da obra, o tempo de construção, a qualidade do solo e outros fatores, diz Sanches.
Outra seguradora que apresenta resultado positivo no seguro de riscos de engenharia é a SulAmérica Seguros, com coberturas para todo processo de construção de grandes obras, incluindo usinas hidroelétrica, no qual a seguradora disponibiliza as coberturas para a construção civil, manutenção, instalação e montagem de equipamentos a serem aplicados na obra e testes finais da construção. Segundo a seguradora, essa carteira dobrou de tamanho nos último dois anos. Em 2006, atingiu R$ 17 milhões em prêmios emitidos, no ano seguinte, chegou a R$ 32 milhões.
No setor de construção de usinas hidroelétricas, por exemplo, com a aprovação da construção das usinas de Santo Antônio e de Jirau para o final do ano, o potencial de crescimento para o setor riscos de engenharia e de seguro de energia poderá ser ainda mais promissor. Serão mais 6.450 megawatts (MW) colocados no mercado nacional.
A usina hidroelétrica de Santo Antonio é uma das maiores previstas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), com investimentos da ordem de R$ 12 bilhões. A previsão de entrada em operação comercial é 2012.
A usina hidroelétrica de Jirau, que tem um custo estimado de R$ 8,7 bilhões, ainda está sob esforços do Ministério de Minas e Energia (MME) em conciliar os consórcios que disputavam a concessão da usina, Energia Sustentável (Enersus), vencedora, e a Jirau Energia, de ação civil pública do Ministério Público Federal (MPF) e Estadual (MPE) do estado de Rondônia que pedem a anulação do leilão.
Por enquanto, as seguradoras e resseguradoras procuradas pelo DCI não quiseram se manifestar em relação ao interesse da cobertura do seguro de riscos especiais dessas duas usinas.
Fonte: DCI
Você quer mais informações sobre Seguro de Risco de Engenharia??? Procure a Fonte Plena (contato por email aqui) ou (contato online aqui). Aproveite e faça a sua cotação sem compromisso agora mesmo! Se não puder mandar o email agora, mande um comentário nesta notícia solicitando mais informações que responderemos para o email que você cadastrar.
Comentem sempre as notícias, suas dúvidas sempre possuem solução e auxiliam outras pessoas, bem como seus comentários além de me motivarem, também motivam o diálogo entre vocês leitores!!! (clique em ENVIAR COMENTÁRIO abaixo desta notícia).
Permalink Enviar por e-mail. Hits para esta publicação: 201.