Arquivo de 27 de Agosto de 2008

Tarcísio Meira é o garoto-propaganda da Fenacor

Fonte Plena Corretora de Seguros

O consagrado ator Tarcísio Meira é o personagem central de uma ampla campanha de âmbito nacional que a Fenacor irá veicular para divulgar o Código de Ética do Corretor de Seguros. A campanha prevê veiculação de mensagens nos principais veículos de comunicação do País. O mote da campanha, criada pela agência Estratégica, é incentivar o consumidor a procurar o corretor que tenha o selo de adesão ao Código de Ética para assessorá-lo na contratação do seguro: é uma campanha muito simpática. Falar sobre ética é sempre oportuno e bom, afirma Tarcísio Meira, que já gravou o comercial que irá ao ar no intervalo do Jornal Nacional, ao longo de uma semana. As datas de inserção ainda não foram definidas.

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A questão das fraudes nos seguros

Fonte Plena Corretora de Seguros

De acordo com o diretor de proteção ao seguro da Fenaseg (Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de Capitalização), Sérgio Duque Estrada, os valores das apólices de seguros são influenciados pelos indicadores de fraude no setor.

Na medida que o preço de uma apólice de seguro é definido pelo aumento ou pela diminuição da taxa de sinistralidade (recursos utilizados para o pagamento de indenizações) e o índice de fraude e suspeita de fraude impactam diretamente na sinistralidade, por conseqüência, os valores das apólices também serão influenciados.

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Brasil salta cinco posições no ranking mundial de seguros

Fonte Plena Corretora de Seguros

Mesmo que 90% dos US$ 4,3 trilhões em prêmios que o mercado de seguros deve movimentar em 2008 estejam concentrados nos países ricos, são os em desenvolvimento que puxam a expansão do setor. Segundo pesquisa do economista Alexis Cavichini, o Brasil, em 2008, saltará cinco colocações no ranking do mercado de seguro global, passando de 19º para 14º, ultrapassando Austrália, Taiwan, Bélgica, Suíça e África do Sul. De acordo com o estudo, o Brasil vai apresentar um faturamento histórico de R$ 100 bilhões neste ano, ou seja, R$ 24,5 milhões a mais que em 2007. Outro exemplo de crescimento acelerado é a China, que saltará da 10ª para a 6ª posição, com prêmios de US$ 204 bilhões neste ano. Para efeitos de comparação, os Estados Unidos crescerão apenas 2,1%, para US$ 1,255 trilhão.

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