Idosos despreparados para a vida
Esta semana, a coluna Responsabilidade Social e Ética, do jornalista Engel Paschoal, patrocinada pela BS Colway Pneus nos portais UOL e Globo Online, mostra que os idosos não foram preparados para a vida.
Em 2000, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil tinha cerca de 15 milhões de pessoas com 60 anos ou mais, o que representava 8,6% da população. No entanto, a chamada população da terceira idade é a que mais cresce no mundo.
De acordo com a ONU, em 2025, três quartos dos acima de 60 anos estarão em países em desenvolvimento e, então, o Brasil passará da 16a. para a 6a. posição entre aqueles com mais idosos. No Brasil, em 2025, os idosos serão 32 milhões.
Aqui, estamos convivendo com a primeira geração de idosos que teve, por causa da Política Nacional do Idoso (lei nº 8.842, de 1994), seus direitos reconhecidos. A bem da verdade, foi necessária a aprovação do Estatuto do Idoso, em 2003, para que a sociedade passasse a respeitar esses direitos, o que foi conseguido só por causa das penas mais severas para quem desrespeitasse ou abandonasse os chamados “cidadãos da terceira idade”.
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