Arquivo de Setembro de 2006

Baixo custo, grande benefício

Apenas 10% dos 20 milhões de imóveis residenciais do Brasil estão protegidos por um seguro, segundo pesquisa do Sindicato das Seguradoras, Previdência e Capitalização de São Paulo (Sindseg). Um número ainda pequeno, se levarmos em consideração as vantagens e o baixo custo do produto. Dos seguros, o residencial é um dos mais acessíveis, com a vantagem de não compreender somente a construção, mas também móveis, eletrodomésticos e vidros.

Ainda não existe entre os brasileiros a cultura de contratar um seguro residencial, e a baixa adesão é atribuída, principalmente, à falta de informação das pessoas sobre o preço do produto. Enquanto um seguro de carro custa cerca de R$ 1.000, a apólice do residencial sai por menos de R$ 100 por ano.

Outro “mito” em relação aos seguros residenciais é que eles são recomendados apenas para quem tem muito dinheiro. Na verdade, a apólice é benéfica especialmente para quem trabalhou a vida inteira para comprar um imóvel e, por isso, não pode se dar ao luxo de perder tudo de uma hora para outra. É o caso do representante comercial Márcio Alexandre Mendes, 34 anos, morador de Belo Horizonte. Ele comprou um apartamento financiado avaliado em R$ 60 mil e, já no ato da compra, fez questão de contratar um seguro residencial.

Paguei um valor muito baixo, R$ 92,06 anual, para garantir a tranquilidade da minha família, conta. Marcio lembrou que já na mudança para o novo lar utilizou o serviço de um vidraceiro, uma das vantagens oferecidas pela Assistência 24 horas. O preço do conserto do vidro da minha janela, que quebrou na mudança, foi quase o valor que paguei pelo seguro. Então valeu muito a pena, elogia.

Além da cobertura básica - que cobre incêndio, queda de raio e explosão - as seguradoras oferecem coberturas adicionais contra roubo, furto, responsabilidade civil familiar e muito mais. Pode ser feito ainda para sítios e casas de praia, as quais se enquadram nos seguros de veraneio, onde normalmente a família não habita o local, passando apenas os Finais de Semana, férias e feriados.

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A era do táxi por GPS

A Safesat de Porto Alegre começa a operar nesta segunda-feira seu inédito sistema de tele-chamadas de táxi, utilizando o GPS. Para isso, a empresa organizou ela mesma uma Central GPS de Chamada de Táxis, atendendo inicialmente 35 carros, distribuídos em locais estratégicos da cidade, incluída a rodoviária, segundo consultor Péricles Gottardi. Quando o cliente chama um táxi, o software da central o identifica e o localiza. O operador da central visualiza então num mapa os táxis mais próximos dele e o sistema escolhe o que melhor pode atendê-lo. Em seguida, o táxi recebe por escrito em display no veículo o endereço e nome do cliente.

As vantagens

As principais vantagens do sistema Safesat são menos tempo de espera do cliente, menor deslocamento do táxi para chegar até ele, maior número de chamadas de táxis por dia e atendimento visual em caso de dúvida do endereço. Neste caso, o operador confere na central onde está o táxi e para onde ele deve se deslocar.

Fonte: Jornal do Commercio

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Contribuições crescem 20,6% até Julho e alcançam R$ 11,7 Bilhões

Fonte Plena Corretora de Seguros

As contribuições de previdência privada aberta somaram R$ 11,7 bilhões no acumulado entre janeiro e julho deste ano, uma expansão de 20,6%. O segmento de previdência privada vem crescendo em diversas direções, destacou Osvaldo do Nascimento presidente da Associação Nacional da Previdência Privada (ANAPP). Primeiro foram os produtos com foco tributário, depois para jovens e para sucessão patrimonial. Agora, os produtos de acumulação de renda de longo prazo passam a contar com um novo nicho para exploração comercial: as pessoas preocupadas com as despesas médicas na terceira idade.

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Porto Seguro aposta em crescimento do comércio internacional para alavancar transportes

Fonte Plena Corretora de Seguros

Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, a balança comercial brasileira vem registrando crescimento recorde nos últimos doze meses. Para se ter idéia, somente em agosto passado, as exportações brasileiras totalizaram US$ 13,642 bilhões e as importações US$ 9,127 bilhões. Dentro desse cenário, algumas empresas do mercado estão apostando no crescimento para os seguros de transportes.

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Mau cheiro: Como evitar?

Se o seu carro apresenta sinais de mau cheiro, é bom ficar atento. O odor no interior de veículos, além de ser um problema extremamente embaraçoso, dependendo de sua intensidade, pode prejudicar em uma possível venda e, até mesmo, a saúde do proprietário.

O mau cheiro é provocado principalmente por fungos e bactérias que proliferam-se com a presença de umidade e de restos de resíduos orgânicos (alimentos, folhas de plantas ou dejetos). Por se tratar de um ambiente fechado, a umidade e as manchas que se formam no interior do veículo levam muito mais tempo para oxidar e serem eliminadas que em ambientes abertos.

Manter a higiene do veículo é essencial, mas não resolve totalmente o problema. O carro deve ser submetido a cuidados profissionais e, ainda assim, dependendo do problema, ele corre risco de não ser totalmente solucionado. Por isso, é fundamental conhecer as causas do mau cheiro e saber como agir em determinadas situações.

O QUE CAUSA O MAU CHEIRO?
Nós levamos a poluição constantemente para dentro do carro por meio de nossa transpiração, sujeira nas mãos, nos sapatos e na roupa de pessoas que possam habitar o seu interior, explica Lito Rodriguez, sócio-diretor da Dry Wash, empresa especializada em limpeza automotiva. Por ser um ambiente fechado, o veículo é um local propício para o surgimento de bactérias e fungos, muitos deles prejudiciais a saúde. Além disso, os dutos do ar condicionado e os materiais com tecidos porosos, como carpete e estofados são ótimos alojamentos para bactérias.

Outro fator que influencia o aparecimento de agentes causadores do mau cheiro é a umidade presente no interior do veículo. Ela surge graças à constante variação da temperatura provocada pelo calor e o uso do ar-condicionado. Isso porque, na maioria das vezes, ele não tem um foco e atinge o automóvel de uma maneira geral.

Uma dica é, sempre que possível, não deixar as janelas totalmente fechadas. Isso irá favorecer a circulação do ar no interior do automóvel, diminuindo a umidade e prevenindo o mau cheiro. Contra a umidade também é indicado sempre desligar o ar-condicionado instantes antes de desembarcar do carro, deixando que a ventilação natural seque completamente os dutos do aparelho.

Se, por exemplo, o veículo sofrer alagamento durante uma chuva forte, os tecidos internos correm risco de apodrecer caso não seja tomada uma medida imediata. Nesse caso, segundo Takao Kawano, proprietário da empresa 247 Limpeza Automotiva, é necessário remover os bancos, o console e os carpetes para que seja feita a higienização. É sempre melhor procurar um especialista, pois ao tentar remover essas partes, a pessoa pode danificá-las tornando o prejuízo ainda maior, diz.

Quem transporta freqüentemente crianças e animais também corre sério risco de dar carona a bactérias, que se alimentam de restos de comida, líquidos derramados, etc. Quando a sujeira for superficial, aquela em que o produto não contaminou o tecido, o dono poderá realizar a limpeza em sua própria residência, conta Rosangela Bernardo, supervisora de vendas da Auto Shine, empresa do ramo de produtos para limpeza automotiva. Para isso, ela deverá ter a mão produtos domésticos como desodorizadores, multi-uso e limpa-carpetes, completa.

No caso de sustâncias líquidas e pastosas, não é recomendável fazer a higienização com água. Isso porque, uma vez diluído, o material pode penetrar ainda mais nos tecidos e atingir a placa termo-acústica do carro, que é coberta por feltro e carpete. Assim, o ideal é apenas enxugar a substância com uma toalha ou papel absorvente. Ao proceder dessa maneira, a pessoa deve observar o local afetado durante uns dois dias. Caso ela identifique a presença de odor ou umidade, deve procurar ajuda especializada alerta Kawano.

Quanto mais tempo levar para que o local seja limpo, maior será o nível de impregnação. Para a sujeira sólida, como farelos de biscoito ou areia, por exemplo, um aspirador de pó é uma boa solução. A oleosidade dos vidros é outro inimigo do ambiente saudável. É importante fazer sempre a limpeza das janelas e pára-brisa com uma flanela umedecida com álcool ou limpa-vidros.

ATENÇÃO FUMANTES!
O odor provocado pelo cigarro é muito difícil de ser eliminado. Geralmente, a além da limpeza, é necessária a utilização do neutralizador de odores para eliminar o mau cheiro. Existem tipos de estofados que são mais difíceis de remover a sujeira. Quando estofado é de espuma, a eliminação do odor é quase impossível. Por isso, é recomendada a troca do estofamento, afirma Kawano.

Para Rodriguez, o período ideal para realizar uma higienização completa no carro é a cada seis meses. Na Dry Wash, o processo é realizado por uma máquina de retrolavagem. Ela aplica e aspira, ao mesmo tempo, um produto anti-bacterostático, que cria uma zona que inibe a ploriferação de bactérias.

Também existem produtos à venda no mercado que ajudam a disfarçar o cheiro. Os mais recomendados são aqueles que exalam odores por meio da evaporação. O preço de uma higienização completa varia entre R$100 e R$400, dependendo do modelo do veículo e do nível de contaminação.

Serviço:
AutoShine
Tel: (0xx11) 4178-1800 Website: www.autoshine.com.br

Dry Wash
Tel: (0x11) 6954 8688 Website: www.drywash.com.br

247 limpeza automotiva
Tel: (0xx11) 5572-2125 / 5084-4117

Fonte: CarSale

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Atletas da SulAmérica participam da 4ª Maratona de Revezamento Pão de Açúcar

Neste domingo, 44 funcionários da SulAmérica participarão da 4ª Maratona de Revezamento Pão de Açúcar 2006. Os cerca de 20 mil atletas inscritos na prova irão percorrer 42 quilômetros, partindo do parque do Ibirapuera, passando pelas principais avenidas da região e retornando ao ponto de encontro.

Os corredores são integrantes do Programa Atletas SulAmérica, uma iniciativa da seguradora em parceria com a Run & Fun que tem como objetivo motivar os funcionários a cuidarem da saúde por meio do esporte.

Em novembro, 5 atletas do programa competirão na Maratona de New York, nos EUA. Desempenho, assiduidade aos treinos e participação nas provas foram alguns dos critérios utilizados para a escolha dos esportistas.

Fonte: SEGS

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Sabrina Sato é atração da Autoglass no 12º Conec

Apresentadora do Programa Pânico foi escolhida para conceder autógrafos no estande da empresa especializada em troca e reparo de vidros durante o Congresso dos Corretores de Seguros de São Paulo.

A Autoglass, empresa especializada em troca e reparo de vidros automotivos, desenvolveu várias ações criativas para estreitar o relacionamento com os corretores de seguros durante o 12º Conec - Congresso dos Corretores de Seguros de São Paulo, que acontece no Palácio das Convenções do Anhembi, de 22 a 24 de setembro. Sabrina Sato, apresentadora do Programa Pânico, uma das artistas preferidas dos corretores de seguros segundo rápida pesquisa com alguns profissionais, foi escolhida para autografar fotos no estande da empresa na 11ª Exposição do Mercado Segurador, tradicional feira de produtos e serviços que acontece paralelamente ao Congresso. Os visitantes poderão também participar de um emocionante jogo que simula um carro na Avenida Paulista desviando de objetos no qual sai vitorioso quem chegar com o pára-brisa intacto.

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Setor de repintura automotiva marca presença na Feitintas 2006

Expositores como Briltintas, DuPont e Sherwin-Williams Divisão Automotiva garantem participação e preparam novidades para a feira.

A Feira da Indústria de Tintas e Vernizes & Produtos Correlatos (Feitintas), que será realizada entre os dias 20 e 23 de setembro, em São Paulo, mostrará mais uma vez a força do competitivo setor de repintura automotiva. Para isso contará com a participação de diversos fabricantes da área e promoverá eventos paralelos específicos, como o terceiro Encontro de Repintura e Complementos Automotivos e o lançamento das cartilhas Técnicas de Polimento e Reparo em Peças Plásticas.

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AGF Seguros lança novo produto agrícola na Fenasucro

A AGF Seguros, empresa do Grupo Allianz, lançou esta semana o seu mais novo seguro: o AGF Canavial, que garante cobertura à cultura de cana-de-açucar. O produto foi lançado no estande da empresa na XIV Fenasucro - Feira Internacional da Indústria Sucroalcooleira - em Sertãozinho, interior de São Paulo, que começou no dia 19 e se estende até sexta-feira, 22 de setembro.

Atualmente a AGF oferece cobertura para as culturas de soja e milho, por meio do AGF Agrícola, e para florestas com o recém-lançado AGF Floresta. Segundo nota divulgada pela empresa, com os dois novos seguros (Floresta e Canavial), a idéia é ampliar essa carteira em 30%, já no primeiro ano. Os produtos escolhidos, cana-de-açúcar e florestas cultivadas de pinus (eucaliptos, pinheiros, acácias) são as matérias-primas para mercados em ascensão no país: a indústria sucroalcooleira e as indústrias moveleiras e de papel e celulose.

A empresa aposta nos bons números desses mercados. Só para se ter idéia, a produção brasileira na safra de cana de açúcar em 2006/2007 está estimada em 469,8 milhões de toneladas superando em 8,9% a safra anterior de 431,4 milhões de toneladas. Os números são do primeiro levantamento de safra realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB), vinculada ao ministério da agricultura, pecuária e abastecimento (MAPA). Estima-se que para esse ano será necessário produzir essa quantidade para atender a demanda das usinas de açúcar e álcool. No ano passado, o país arrecadou US$ 692 milhões com a exportação de álcool e US$ 3,9 bilhões com o açúcar, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior - Secex.

Ainda segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente (ABIMCI), no que se refere às florestas, a indústria de madeira processada teve forte influência na balança comercial brasileira, tendo os produtos florestais, em 2004, contribuído com 17% do montante total exportado de agronegócios.

Garantias - O AGF Canavial garante ao produtor rural a indenização por prejuízos causados aos canaviais resultantes de incêndio, chuva excessiva, seca, ventos fortes, granizo, geada e inundações. Além disso, o seguro permite ao produtor rural conseguir recursos financeiros no mercado por um menor custo, além de aumentar o volume de recursos captados em até 15% conforme Plano de Safra Agrícola 2006/2007.

Já o AGF Floresta dá garantia às florestas cultivadas das espécies dos gêneros pinus e eucaliptus, garantindo o custo de implantação no caso de florestas, ou o valor da madeira, no caso de florestas formadas. Além das coberturas tradicionais de incêndio e raio, a AGF Seguros oferece proteção contra chuvas excessivas, ventos fortes, granizo, geada, seca e inundação.

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Resultado da promoção AGF Seguros e Bruno Senna

Fãs do piloto vão assistir a duas etapas da Formula-3 inglesa com todas as despesas pagas, no Circuito de Silverstone.

Ontem, 21 de setembro, a AGF Seguros, empresa do Grupo Allianz, embarcou com os oito vencedores do concurso cultural Bruno Senna e AGF Seguros com você na Fórmula-3 para a Inglaterra, onde acontece a 19º e 20º etapa do Campeonato inglês de Formula-3, no circuito de Silverstone.

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Aumenta a procura pelo Seguro Fiança.

O segmento de seguro fiança cresceu 48% em 2005 e segundo pesquisa realizada pela Porto Seguro o uso do Seguro Fiança cresceu principalmente entre os jovens e solteiros.

De acordo com a pesquisa, o público jovem é o que mais utiliza o serviço. Ao optar pelo seguro fiança, o locatário dispensa o fiador na hora de alugar um imóvel.

Além de facilitar a negociação, grande parte dos proprietários hoje não aceitam mais o fiador e exigem direto o seguro fiança, que além dos aluguéis, garante também reparos no imóvel e até as demais despesas do imóvel, como IPTU, água, luz e condomínio.

O custo anual deste Seguro fica em torno de 1 a 1,3 vezes o valor do ALUGUEL, e se você estiver interessado em contratar, entre agora mesmo em contato com a Fonte Plena e tenha profissionais lhe auxiliando e orientando no que for mais apropriado para você.

Se o proprietário do imóvel não conhece ainda este tipo de garantia, deixe que nós da Fonte Plena entramos em contato com ele e mostraremos todos os benefícios que ele terá com o Seguro Fiança.

Aquele seu amigo ou cunhado veio lhe pedir para que você fosse seu FIADOR, e você está sem jeito de recusar??? Nós te ajudamos!!! Indique para seus familiares e amigos o Seguro Fiança oferecido pela Fonte Plena e todos saem ganhando! Envie esta página por email para o seu amigo ou parente, ou ainda entre em contato com a Fonte Plena agora mesmo e deixe que nós apresentemos esse produto para ele!

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Segurança

Algumas atitudes simples que podem evitar assaltos quando você estiver dirigindo:

* Se perceber estar sendo seguido por outro veículo, procure agir com naturalidade e dirija-se para artérias de grande movimento onde poderá localizar uma viatura policial e pedir ajuda;

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Palestra em São Paulo analisará Seguro D&O

O Seguro de Responsabilidade Civil para Executivos, mais conhecido como D&O (Directors and Officers), foi criado nos Estados Unidos com a finalidade de resguardar executivos em caso de danos à população, abalos financeiros e, principalmente, danos ambientais causados pelas empresas onde trabalham. No Brasil, a modalidade vem despertando crescente interesse e, por isso, acredita-se ter grande potencial de expansão.

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Seguro de vida ou acidente: como escolher entre os dois?

Muitas pessoas acabam optando por contratar seguro de acidentes porque, na maioria dos casos, se trata de uma opção mais barata do que o seguro de vida. Isso é um erro!

A escolha do seguro não pode se basear em custo, mas no risco que você corre de efetivamente necessitar uma determinada cobertura. Exatamente por isso, afirma-se que contratar seguro ajuda no seu planejamento financeiro.

Mais barato e cobertura mais restrita
A cobertura básica do seguro de acidentes prevê indenização em caso de invalidez ou falecimento causado por acidente, sendo que este é definido como uma ocorrência involuntária, externa e súbita. Portanto, caso queira, você precisa contratar uma cobertura adicional para despesas médicas, incapacidade temporária, e auxílio funeral.

De forma simplificada, pode-se dizer que a maior diferença entre os dois seguros é que o de acidentes não oferece cobertura nos casos de falecimento por morte natural. Na prática, isso significa que o seguro de vida oferece uma cobertura mais ampla do que o seguro de acidentes pessoais, mas isso acaba refletindo no custo, que tende a ser maior do que o de seguro de acidentes.

Com ou sem dependentes?
Diante disso, avalie com cuidado a sua situação atual: Que idade você tem? Que tipo de vida você leva? Qual a sua situação familiar, você tem dependentes?

Se você é jovem, solteiro, não tem ninguém que dependa financeiramente de você e pertence a uma família cuja situação financeira é tranqüila, o seguro de acidentes é a opção mais atrativa. Afinal, seu maior risco é sofrer um acidente e não poder trabalhar mais. Pois, caso venha a falecer não irá deixar ninguém desamparado.

Por outro lado, se, mesmo sendo jovem, você tiver dependentes (cônjuge, filhos ou pais), o seguro de vida é mais indicado, pois garante uma cobertura mais ampla. Em linha, portanto, com a sua realidade: já que o risco financeiro da sua invalidez ou falecimento é maior neste caso. Afinal, caso isso aconteça, outras pessoas ficarão desamparadas, daí o porquê de ser importante calcular com calma o tipo de cobertura necessária.

De maneira geral, para os jovens, o custo dos dois produtos é praticamente equivalente. Como entre os jovens o risco de falecimento é baixo, o maior componente refere-se ao acidente, e daí a semelhança entre os custos dos dois produtos.

Na dúvida: avalie qual maior risco financeiro
Sempre que estiver em dúvida sobre qual seguro escolher, lembre-se: ao contratar um seguro, seja ele qual for, o seu objetivo é se proteger do risco financeiro que um possível evento pode causar. Na prática isso significa que, se o risco financeiro de você vir a falecer por causas naturais for pequeno, cobertura que só é garantida pelo seguro de vida, pode valer mais a pena contratar um seguro de acidente, e vice-versa.

Fonte: Info Money

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AGF Equipamentos

Bons equipamentos fazem parte do patrimônio de todas as empresas. Eles exigem atenção no uso e na manutenção periódica. Mas, para sua total tranqüilidade, eles precisam também estar bem protegidos.

O AGF Equipamentos garante essa proteção, seja qual for o tamanho e a função do seu equipamento: de um torno a um trator agrícola, de uma copiadora a um potente guindaste, de uma prensa a uma empilhadeira de cargas.

De fácil contratação e flexível, o AGF Equipamentos é um seguro completo, com múltiplas coberturas, desenvolvido para atender pequenas, médias e grandes necessidades. Confira:

Cobertura Básica

- Riscos decorrentes de causas externas.

Coberturas Adicionais

- Roubo e/ou furto qualificado.
- Danos elétricos.
- Perda de aluguel.
- Pagamento de aluguel a terceiros.
- Operação em proximidade de água (exclusivamente para equipamentos móveis).
- Responsabilidade Civil: danos materiais e corporais (exclusivamente para equipamentos móveis).

Além disso, com AGF Equipamentos você ainda conta com descontos de acordo com a utilização, local de operação, segmento/atividade, origem do equipamento (nacional/importado), data de fabricação e experiência.

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Seguro ganha espaço no Judiciário

O seguro que visa a garantir as obrigações judiciais ganha espaço no Judiciário brasileiro.

Dados da Superitendência de Seguros Privados (SUSEP) indicam que, somente no primeiro semestre deste ano, as operações das companhias que atuam nesse ramo chegaram a R$ 94,4 milhões.

O crescimento do setor se deve, principalmente, à mobilidade que oferece ao devedor. É que o seguro garantia judicial, além de assegurar o pagamento fixado por uma eventual sentença condenatória, pode ser aplicadas a qualquer tipo de ação (como cíveis, trabalhistas e de execução fiscal), em substituição à oferta de bens ou de depósitos cauções e em dinheiro, geralmente utilizados para garantir a execução.

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Clube de Vantagens

A Fonte Plena está formando um clube de vantagens, onde os segurados da corretora passam a receber benefícios exclusivos, como DESCONTOS e CUPONS DE DESCONTOS (Cupom de Desconto em reais, porcentagem ou isenção de frete) em compras online em lojas como SUBMARINO, AMERICANAS, CLICK 21, GIULIANA FLORES, SHOPTIME, entre outras.

Tais CUPONS de DESCONTO variam de R$ 5,00 até R$ 100,00, sendo específicos para as compras virtuais.

Logo mais os segurados da corretora estarão recebendo um email com novidades e como passar a receber os cupons. Caso não tenha recebido este email ou queira recebê-los, entre em contato com Fonte Plena e tenha MUITO MAIS vantagens!

De presente segue um CUPOM do Submarino no valor de R$ 30,00 para compras acima de R$ 150,00, válido até o dia 15/11/06. Para usar seu CUPOM copie e cole todos os códigos diretamente no carrinho de compras.
CUPOM: 17-KS298-00001-0514887072

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Películas podem ficar mais escuras

Aprovado pela Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados, o projeto de lei 5.472/2005, do parlamentar Capitão Wayne (PSDB-GO), vai criar polêmica. Ele prevê que as películas protetoras, conhecidas como `insulfilm`, fiquem mais escuras a partir de 2007. Especialistas em segurança e medicina do tráfego, porém, alertam para o perigo das películas muito escuras.

Atualmente, os vidros dos carros devem ter uma transparência mínima de 75% na dianteira, 70% nas laterais e 50% na traseira. Se o projeto de lei passar pela Comissão de Constituição e Justiça e pelo Senado, os índices cairão para 70%, 28% e 15%, respectivamente.

Segundo Capitão Wayne, uma pesquisa da Anepp (Associação Nacional das Empresas de Películas Protetoras) registrou cerca de 10 milhões de carros com `insulfilm` no país, 90% irregulares. Com a película, os motoristas se sentem menos vulneráveis a assaltos.

Para o coronel Maurício Silva da Nóbrega, professor da Escola de Oficiais da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, é falsa a sensação de segurança: Nenhum carro com `insulfilm` está livre de assaltos.

Há 32 anos em operações de rua, o coronel também afirma que a película dificulta a ação dos policiais em blitze. Como não vemos quem está dentro do carro, sempre esperamos uma agressão do motorista, diz.

Sem visão

José Montal, diretor científico da Abramet (Associação Brasileira de Medicina de Tráfego), também acredita que as películas protetoras muito escuras sejam perigosas para a segurança no trânsito. Dizer que o `insulfilm` aumenta a segurança é uma lógica maluca. Cerca de 95% das informações no trânsito vêm da visão, que é prejudicada pela película, explica o médico.

Montal lembra que o perigo aumenta à noite, em túneis e sob chuva. O olho humano demora para se adaptar ao escuro. Se o motorista usar a película negra, vai demorar ainda mais para estabilizar as percepções de profundidade e de contraste. E completa: Não existe nenhum estudo que comprove a segurança ou o bem-estar do motorista se ele usar película.

Fonte: Folha de SP

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Consórcios de imóveis mantêm fôlego e crescem 35% no semestre

As vendas de consórcios de imóveis não param de crescer. Este ano, a expansão foi de 35% no primeiro semestre, em comparação a igual período de 2005, segundo dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac) e do Banco Central. Em junho, foram comercializadas 18,5 mil cotas. Há três anos, a média mensal não passava de 6 mil. É o carro chefe do setor de consórcios, diz Rodolfo Montosa, presidente da Abac.

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VGBL pode ser alternativa para financiar despesas com saúde

A Associação Nacional de Previdência Privada (Anapp) está encaminhando uma proposta ao governo para criar um VGBL da saúde. O VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) é uma das duas modalidades de planos de previdência hoje existentes no país. A outra é o PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre).

Osvaldo do Nascimento, presidente da Anapp, diz que o produto se encaixa como uma luva para uma das maiores demandas de investimento que o brasileiro tem atualmente: custear suas despesas de saúde na terceira idade. A idéia é fazer um produto nos moldes do Health Saving Account dos EUA, o produto de investimento que os cidadãos americanos estão usando para custear suas despesas médicas. Assim, a expectativa é de que num futuro próximo você encontre na prateleira de sua agência bancária produtos de investimento dedicados exclusivamente a financiar custo de saúde.

Segundo Nascimento, não importa qual o plano de previdência que você tenha ou como pensa em financiar sua aposentadoria, pelo menos um VGBL você terá de ter, aquele que vai abrigar o dinheiro com o qual você vai pagar os gastos com médicos, hospitais e exames.

Mas há detalhes para os quais você tem de ficar muito atento. Segundo Nascimento, o plano indicado para este fim é o VGBL com o modelo de tributação que segue a tabela progressiva do imposto de renda. Isso porque, do rendimento que você obtém nesses planos, é possível deduzir da base de cálculo do seu imposto de renda as despesas com saúde. Ou seja, você pode abater do IR parte do ganho que obteve nesta aplicação. O mesmo não acontece com os fundos de investimentos tradicionais e nem com os VGBLs que têm tributação regressiva, aquela em que as alíquotas de IR vão caindo conforme aumenta o prazo da aplicação. Em ambos os casos, o investidor não pode deduzir do ganho de capital as despesas com saúde.

A questão tributária é um ponto extremamente importante e tem de ser levada em conta nos investimentos de longo prazo, principalmente aqueles que você sabe que poderão ser usados para pagar despesas hospitalares, diz Nascimento. Nos EUA, segundo Nascimento, o grande apelo desses produtos de investimento é o benefício fiscal. A idéia é a de que, já que o governo não pode dar saúde, então também não recebe pelo serviço, por isso o ganho fiscal.

Pesquisas mostram que mais de 80% dos gastos que você terá com saúde em toda a sua vida ocorrem após os 60 anos, justamente na época em que você já não tem mais esse benefício do empregador (provavelmente já está aposentado) e as empresas de plano de saúde torcem o nariz para você.

Na reportagem de capa da ValorInveste há uma extensa reportagem sobre o impacto da saúde no orçamento familiar. Hoje ele já é responsável, em muitos casos, pela maior fatia dos gastos de uma família. Por isso, por mais que você não goste de economizar, terá de guardar esse dinheiro sob pena de passar maus momentos na fila do atendimento público.

Assim como a previdência, o custo com saúde não é mais um problema só brasileiro. Pessoas em diversas partes do mundo partilham da mesma preocupação e já não restam muitas dúvidas de que esse é um problema que você terá de resolver por conta própria. Se esperar pelo governo ou por seu patrão, poderá ter surpresas desagradáveis no futuro. Nenhum dos dois parece ter disposição, nem fôlego financeiro, para assumir este passivo no futuro. Isso porque dois componentes da vida moderna, a longevidade e os avanços da medicina, tornaram essas despesas extremamente caras para ambos.

O VGBL e o PGBL têm sido vendidos nas agências bancárias sem muito cuidado. Depois que passaram a fazer parte das metas dos gerentes, são oferecidos a qualquer perfil de investidor, mesmo para aqueles que já estão aposentados. Porisso procure sempre um corretor de seguros que conheça os produtos e que vai poder lhe orientar o que melhor se aplica ao seu perfil. Se quiser um contato, mande um email para a Fonte Plena

Mas ele ressalta que o VGBL pode ser um produto interessante mesmo para quem está aposentado também como instrumento de herança. Isso porque o VGBL, embora na prática funcione como um fundo de investimento, legalmente é um seguro e por isso não entra em inventário e nem sofre a tributação sobre a herança.

Fonte: Valor Econômico

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Seguro pode substituir fiança

As empresas de seguro de garantia contratual estão apostando na cobertura de obrigações judiciais como produto capaz de substituir as cauções ou depósitos em juízo, exigidos das empresas no trâmite de procedimentos judiciais. Segundo o gerente Comercial da J. Malucelli, Adriano Lanfranchi de Almeida, a vantagem do seguro, além de liberar caixa da empresa para novos investimentos, está no custo e nos benefícios, que são muito competitivos frente às outras modalidades exigidas em lei.

Adriano de Almeida diz que antes das recentes alterações na legislação referente ao oferecimento de garantias, em especial a Circular 232/03, da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), os contribuintes e demandados em processos judiciais só podiam garantir suas obrigações utilizando-se das modalidades previstas em lei, entre as quais o depósito em dinheiro, o arrolamento de bens próprios da empresa e a carta de fiança bancária.

Objeções

Para ele, contudo, em todas essas opções, as empresas encontram inúmeros inconvenientes, como, por exemplo, o alto custo de utilização e indisponibilidade de bens imóveis. Já sobre a fiança bancária, por ser uma operação ativa de crédito, ele diz que é uma modalidade extremamente seletiva e onerosa aos tomadores, além de esbarrar no limite operacional do banco, bem como no limite de crédito da empresa junto à instituição financeira

O seguro de garantia judicial tem a seu favor o fato, entre outros, de a apólice vigorar até a extinção das obrigações do tomador, salvo disposição contratual contrária estipulada pelas partes contratantes, além da participação do IRB Brasil Re como ressegurador em todas as emissões (de apólices) - defende Adriano de Almeida.

O produto faz parte do seguro-garantia, um ramo responsável pelo fiel cumprimento de obrigações contratuais de tomadores perante órgãos públicos e empresas privadas. É utilizado, por exemplo, por órgãos públicos em garantias de manutenção de oferta (concorrência) e nas empresas privadas .

O segmento de seguro-garantia movimentou mais de R$ 96 milhões no primeiro semestre, 37% mais que em igual período de 2005.

Fonte: Jornal do Commercio

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Em busca de preço baixo, consumidor compra peças falsas

Golpe mais comum é peça falsa ou remanufaturada estar em caixa original; 10% das vendas são piratas.

Numa das tentativas de melhorar o consumo e acabar com falhas em médias e altas rotações de seu Fiat Tipo, o motoboy Luciano Felizberto, 32, comprovou a velha máxima de que o barato sai caro. Orientado pelo mecânico a comprar jogo de velas e cabos, acabou adquirindo peças falsificadas.

Sem conferir o conteúdo das caixas, que exibiam as logomarcas da Bosch e da NGK, Felizberto gastou R$ 56. E foi vítima de uma das modalidades de pirataria mais praticadas: peças recondicionadas maquiadas e embaladas como novas.

Aplicar marcas conhecidas em peças de qualidade inferior -em geral, vindas da China, da Coréia do Sul, de Taiwan, da Indonésia e do Vietnã- é outro golpe comum. Um estudo do Grupo de Manutenção Automotiva, que reúne fabricantes, oficinas, distribuidores e varejistas, estima que o setor de reposição movimente R$ 43,4 milhões por ano. Cerca de 10% é perdido devido à pirataria.

Ela envolve uma cadeia em que quase ninguém é inocente. O consumidor é o primeiro a procurar preço baixo. Os produtos piratas são sempre prejudiciais, só que, muitas vezes, não estamos falando de um CD, mas de itens que colocam a vida em risco, como remédios e autopeças, diz Carlos Coscarelli, chefe-de-gabinete do Procon-SP (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor).

Grandes descontos são o maior indício de falsificação. Mas nem sempre quem paga mais barato é o consumidor, que, em geral, desconhece os detalhes técnicos. É muito difícil identificar a peça fajuta. No caso de rolamentos, a única diferença visível é a logomarca, diz Airton José do Prado, conselheiro do Sindirepa (sindicato das reparadoras).

Oficinas não idôneas, em parceria com redes distribuidoras duvidosas, também costumam ser protagonistas desse crime. Sem verificar a qualidade e a procedência das peças, quem solicita o reparo nem sabe que financia a pirataria.

Por isso uma das primeiras recomendações é a escolha de oficinas confiáveis e a compra somente em estabelecimentos de referência, com nota fiscal.

Quando se vai pessoalmente à loja, observar alguns detalhes também afasta o risco de golpe. No caso dos catalisadores, a falsificação é escandalosa: pode-se comprar uma cápsula oca ou com palha de aço. Se não atrapalham o funcionamento do veículo, tampouco reduzem a emissão de poluentes.

Um cuidado importante é comparar o item com uma peça sabidamente original, recomenda Paulo Losano, diretor da Associação de Engenharia Automotiva. O interior do catalisador original tem uma `colméia` de cerâmica com metais preciosos (platina, ródio). Eles reagem com os gases da queima do combustível, resultando em substâncias inofensivas.

É um equipamento sofisticado, não custa menos de R$ 200, explica Carlos Eduardo Moreira, gerente de marketing da Umicore, principal fabricante de catalisadores. Rodar sem a peça ou com uma falsa pode elevar o consumo de combustível em até 15%.

Fonte: Folha de SP

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Sistemas de Segurança Eletrônica e Alarmes

Antes de decidir pela instalação de sistemas eletrônicos de alarmes e monitoramento, as famílias ou empresas devem ter a resposta para algumas perguntas:

Quais os tipos de serviço que a empresa oferece?

Como é detectada a necessidade da minha residência/empresa?

Há quantos anos a empresa atua? Quais os tipos de clientes?

Como funcionam os equipamentos que serão instalados? Há garantia para os equipamentos? Há treinamento para o correto manuseio?

O monitoramento é 24 horas? Qual a estrutura da central de monitoramento?

Quais sinais são monitorados? E, quais são os procedimentos em caso de acionamento do alarme?

Quais os serviços oferecidos pela empresa e qual o custo real mensal?

Contratando esses serviços tenho desconto no meu seguro?

Com essas perguntas respondidas, poderá ser feita uma avaliação da idoneidade da empresa e da qualidade de seus equipamentos e serviços prestados. Segurança eletrônica e monitoramento são questões sérias, uma vez que envolvem proteção familiar e de patrimônio. Além disso, aconselha-se que não estejam separados, ou seja, não é aconselhável que exista a intalação de alarmes e/ou outros equipamentos sem a contratação do monitoramento 24 horas, pois é esse serviço que irá garantir a eficácia dos sistemas e atuar quando detectado algum problema.

Fonte: SEGS

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Porto Seguro agora com planos de Previdência para Pequenas e Médias empresas

Benefício permite que empresas paguem menos impostos e proporcionem mais satisfação para seus colaboradores.

A Porto Seguro Vida e Previdência já dispõe do “Previdência PME“, um novo plano de previdência privada destinado aos funcionários de pequenas e médias empresas. As modalidades oferecidas são PGBL e VGBL, proporcionando às pequenas e médias um benefício que hoje é mais comumente adotado por companhias de maior porte. O produto pode ser contratado para grupos de 1 (um) até 400 funcionários/colaboradores, com condições especiais para resgate da reserva acumulada. Não há idade mínima para ingresso e todos os funcionários devem comprovar vínculo direto ou indireto com o empregador.

Para a empresa, o produto representa redução de encargos na folha de pagamento, pois o valor pago pode ser deduzido do Imposto de Renda como despesa operacional, até o limite de 20%. Além disso, oferecer um produto é um diferencial para que as pequenas e médias empresas possam atrair e reter talentos, diz Silas Kasahaya, Gerente de Vida e Previdência da Porto Seguro.

Para o funcionário, o novo plano traz segurança em relação ao futuro, já que garante seus rendimentos na aposentadoria e, conseqüentemente, a manutenção de seu padrão de vida. Também há flexibilidade nos valores de contribuição - já que a contribuição de cada funcionário pode ser escalonada - facilidades nas formas de pagamento e possibilidade de dedução de IR (até 12% da renda Bruta Anual).

Os que optarem pelo PGBL, poderão contratar como complemento, os seguintes benefícios de risco: Renda por Invalidez, Pensão por Prazo Certo (5, 10, 15 e 20 anos), e Pecúlio. O plano terá aplicação dos recursos em títulos de Renda Fixa, isenção de taxa de carregamento na entrada, e disponibilidade de adquirir benefícios de proteção isentos de carência, que podem ser contratados de forma compulsória ou facultativa.

Social
A previdência para pequenas e médias empresas é um benefício que se estende a toda a sociedade. De acordo com o SEBRAE, 99% das firmas são micro e pequenas empresas e apenas 0,3% são de grande porte (empregando mais de 500 pessoas na indústria ou mais de 100 pessoas nos setores do comércio e serviços). As PME empregam 14,5 milhões de pessoas, ou seja, 56% do total de empregados no Brasil. O setor que mais emprega é o comércio, com um total de 6 milhões de empregados.

Fonte: SEGS

Blog da Fonte Plena

Veja o que já foi publicado sobre Previdência Privada acessando http://blog.fonteplena.com.br/index.php?s=previdencia+privada

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IDENTICAR recebe prêmio por eficiência

Em 2005, pesquisas realizadas junto a diversas seguradoras comprovaram o alto índice de eficiência (em média, 60%) alcançado pela Identicar, por meio de seu sistema DNA Security, na redução do roubo e furto de veículos. Por conseqüência desse excelente resultado, a empresa recebeu, no último dia 25 de agosto, em São Paulo, o Prêmio de Marketing Seg News 2006, na categoria “Melhores em Prestação de Serviços - Inibição do Roubo/Furto de Veículos”.

De acordo com Luis Neca, diretor operacional da Identicar, a premiação concedida pela Agencia Seg News é importante porque ratifica o esforço e a dedicação da empresa em oferecer maior proteção ao cidadão e uma ferramenta eficiente no combate à criminalidade. O DNA Security tem como principal objetivo inviabilizar economicamente o roubo, o furto, a adulteração, a receptação e o desmanche clandestino de veículos, complementa.

Os vencedores do Marketing Seg News 2006 foram escolhidos após a realização de uma ampla pesquisa junto a seguradoras, corretores/corretoras de seguros e prestadores de serviços.

IDENTICAR - A Identicar é uma empresa de capital genuinamente nacional, responsável pelo desenvolvimento de um sistema inteligente de controle e gravação do número do chassi, em baixo relevo, em diversas partes e peças de automóveis, utilitários, caminhões, ônibus e motos, que visa inviabilizar economicamente o roubo / furto, a adulteração, a receptação e o desmanche clandestino de veículos. O sistema, chamado DNA Security (a sigla DNA significa “Distribuição Numérica de Autenticidade”), ainda proporciona descontos na contratação e renovação de seguros, por estar reduzindo em até 60% o índice de roubo e furto de diversas seguradoras, variando o valor do desconto de cia para cia e dependendo do modelo do veículo.

Fonte: IDENTICAR

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Descontos ampliam venda de carros novos

O 24º Salão Internacional do Automóvel, que começará em 19 de outubro na capital paulista, aumentou a freqüência dos consumidores nas revendas e foi um dos fatores que fizeram com que agosto de 2006 fosse um dos melhores meses, na comparação com agosto de outros anos, do varejo automotivo. Além disto, contribuíram para o resultado os descontos em carros da linha 2006. Até o último dia 28, as concessionárias brasileiras haviam comercializado 121,4 mil automóveis, um total que já supera a quantidade vendida em todos os dias de agosto de 2005 (120,6 mil). Os números, do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam), mostram que o varejo chegou no acumulado de janeiro a agosto ao patamar de 1,13 milhão de veículos e comerciais leves vendidos no ano. Em algumas revendas já existem pedidos para automóveis que só chegarão em outubro, como na Avel Veículos, concessionária Volkswagen que já comercializou 7 unidades do Jetta, sedã que será lançado em breve no mercado nacional.

Neste mês, os descontos, de 7% em média, foram determinantes para o resultado, mas agora foram reduzidos em função do estoque da linha 2006 ter acabado. Agora as concessionárias investem na linha 2007 para conquistar os consumidores e dar continuidade ao crescimento nas vendas.

Segundo dados do Renavam, foram vendidos 143 mil automóveis e comerciais leves novos, até o dia 28. Na projeção para o fechamento do mês de agosto, existe a expectativa de que o número alcance 166,5 mil unidades. Um crescimento de 16%, na comparação a agosto de 2005. Esse resultado deixaria agosto de 2006 como o segundo melhor, dentre os meses de agosto, só perdendo para agosto de 1997, quando foram comercializados 167,1 mil automóveis e comerciais leves.

Na projeção de automóveis, o mês de agosto fechará com 141,5 mil unidades comercializadas. Resultado 17,2% maior, na comparação com agosto de 2005. Caso a projeção se concretize, o mês de agosto de 2006 será o melhor da história para o varejo de automóveis.

É fruto de um trabalho que reflete um mercado maduro e consciente, avalia Raphael Galante, analista do setor automotivo.

Para ele, o crescimento sustentado no varejo de veículos acontece devido a uma conjunção de fatores integrados entre indústria, concessionária, linhas de financiamento e política econômica. As indústrias e concessionárias melhoraram e evoluíram. Hoje diversos financiamentos são atrelados aos bancos das montadoras que cobram menores taxas nos veículos; e houve uma melhora na economia que proporcionou que as pessoas tivessem acesso aos carros novos.

Na Sandrecar, revenda Ford com sete concessionárias na Grande São Paulo, o mês de agosto teve um incremento de 40% nas vendas, na comparação com igual período de 2005. No total, foram comercializados 800 veículos novos. O mercado está aquecido e os lançamentos da linha 2007 contribuíram para o crescimento das vendas, comenta Francisco Nobre, gerente de vendas da empresa.

Na Avel, concessionária Volkswagen, foram comercializados 112 veículos novos, número 10% menor do que agosto de 2005. Apesar do resultado, Ednéia Vedovato, gerente de vendas da empresa, acredita que com as vendas dos três últimos dias de agosto a empresa alcançará o mesmo resultado de 2005.

De acordo com os dados preliminares do Renavam, na categoria de automóveis e comerciais leves, a Fiat liderou com 26,7% das vendas. A Volkswagen aparece em seguida com 22,2%.

Fonte: DCI

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